quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

A hora é de moralizar a administração pública e fazer melhores escolhas

Temos visto situações muito graves ocorrendo com brasileiros de diversas regiões!

São muitos os eventos trágicos que vem atingindo as populações brasileiras, e que são atribuídos a natureza como forma de minimizar a responsabilidade de autoridades, políticos e governantes.

São muitos os eventos tristes que ainda viram, e que terão situações muito semelhantes as vividas por muitos brasileiros.

Infelizmente muitas pessoas perdem bens e algumas o mais importante, a vida de parentes e amigos, e ficam marcadas para sempre.

Não queremos de maneira alguma, fazer qualquer exploração destes fatos e situações trágicas, mas é necessário fazer uma avaliação sobre alguns dos comportamentos adotados por quem deveria zelar pela sociedade e até por nós enquanto cidadãos.

Chamo a atenção para o fato de que, as tragédias se repetem algumas com periodicidade e em locais bem conhecidos, no entanto as medidas adotadas nas diversas esferas de governo, são em geral tímidas e insuficientes para evitar que as tragédias voltem a acontecer.

Há uma prática nociva entre políticos e outros representantes do poder público no Brasil, de usar os eventos desastrosos de forma interesseira e mesquinha, através de manipulação de verbas e recursos públicos em ações que favorecem a si, a projeção de sua administração ou de pessoas, ou usando de outros expedientes que vão gerar benefícios políticos e partidários.

Pessoas morrem ou sofrem perdas enormes, para que alguém assegure o controle ou a projeção política sua e de seus aliados em seus estados e áreas de influência, independente dos interesses coletivos locais ou nacionais.

Não é uma prática nova, sabemos bem, e que está por trás de muitos dos problemas sociais que enfrentamos até hoje, e que dá margem até mesmo a atos de corrupção e improbidade.

Diante do empenho de nossa sociedade em fazer deste país, uma nação altiva e desenvolvida, é hora de sermos mais enfáticos na oposição a todos que usam de expedientes tão mesquinhos, e no mínimo mostrar nosso repúdio contra todos os que assim agiram e ainda agem.

É necessário fazer uma verdadeira transformação ética na política e na administração pública, assim como em suas relações com a sociedade.  Chega de políticos que manipulam verbas e benefícios sociais em prol de dinheiro e prestígio pessoal, chega de trocar voto pelo benefício direto (carteira de habilitação, conta de luz paga por político, caixa de remédio, etc.).  Chega também de estrelismo político, favorecimento pelo estado a custa de desigualdade e injustiça social!

O que ocorreu em Pernambuco e Alagoas, também o que ocorreu no Rio, em especial na Região Serrana, ou mesmo o que ocorreu em  Minas, no Espírito Santo e São Paulo, Paraná, Santa Catarina, dentre outros locais, são um exemplo do descaso público, da incapacidade e falta de condições de enfrentamento de situações de emergência, por parte dos governos e das esferas administrativas públicas.  Mas também há uma forte dose de falta de dignidade, para não falar que há até mesmo uma ação criminosa por parte de muitos dos responsáveis por estas populações.

Em alguns destes locais, há pessoas vivendo precariamente, desassistidas ou expostas a novas tragédias, mesmo tendo se passado mais de 01 (hum) ano como em Pernambuco e Alagoas, ou 01 (hum) ano como no Rio de Janeiro.

Como muitos acreditam há além da falta de ação concreta, ou de eficiência nas ações iniciadas, e até da existência de ações limitadas onde ocorrem também desvios de recursos e corrupção como foi denunciado em um município da Região Serrana do Rio.

Nos atos de politicagem visíveis, estão evidentes as atitudes de extrema falta de respeito com as populações atingidas, principalmente no tocante a má distribuição dos recursos emergenciais. A este respeito vale destacar as denúncias sobre favorecimento na concessão de ajuda emergencial a Pernambuco e Bahia (de competência do Ministério da Integração), em detrimento da necessidade de outras populações em outros estados atingidos por tragédias. Algo que precisa ser de fato apurado!

Temos clareza das diversas ações promovidas pelo Governo Federal, que levaram a uma melhor participação da sociedade no usufruto das riquezas deste país, mas há ainda muito o que fazer inclusive no tocante a boa administração e distribuição dos recursos públicos.  É hora de por limites ou extinguir a política de favorecimento indiscriminado e até desleal, proteção e promoção pessoal, de políticos e governantes (vereadores, deputados e senadores, prefeitos e governadores), e pessoas ligadas a estes.


É hora também de lembrar a população, que um povo que deseja ser melhor conduzido, e quer ter dignidade, respeito, e acesso a uma vida melhor:  deve valorizar os conceitos éticos e de vida que levem a paz, a harmonia e ao convívio fraterno alicerçado na justiça, e fazer destes uma prática cotidiana.

Nas próximas eleições municipais todo eleitor tem por obrigação, lembrar algo muito simples: o fato de que ao receber um benefício pessoal de um candidato ou ocupante de cargo político, é razão suficiente para o político se sentir totalmente desobrigado de cumprir suas obrigações profissionais para com a pessoa com os demais eleitores, desconsiderando os interesses coletivos e da sociedade.

Não vote em alguém por conta de proximidade pessoal ou interesses menores, mas sim por uma proposta efetiva e consistente, voltada para interesses coletivos e duradouros.  Não se contente com palavras vazias, evasivas, ou promessas genéricas.

Não vote em quem faz de sua representação pública, um projeto mesquinho e tem uma carreira na qual falta ações coletivas concretas, onde só lembra dos seus eleitores e do povo as vésperas de uma eleição.

Todas as propostas a serem avaliadas e referendadas pelo seu voto, devem apresentar informações claras e verdadeiras, consistentes e alicerçadas em situações e condições reais e não apenas em promessas inatingíveis e vazias.  Avalie a disposição e a competência de quem se propõem a lhe representar, neste período aparecem muitos oportunistas, festeiros, conversadores e enrolões.

Comece a mudar a sociedade, mudando a sua forma de avaliar e escolher vereadores e prefeitos.  O bom cristão deve pautar-se pela honestidade, justiça, e desejo de uma vida melhor para todos, estes são alguns valores que devem ser observados em quem vai nos representar.

Enquanto os mecanismos de cobrança e punição aos que fazem mau uso dos recuros públicos, não funcionarem adequadamente, inclusive contra aqueles que por conta de suas  ações de favorecimento pessoal e partidários, deixam populações abandonadas a própria sorte e a mercê de perdas e prejuízos irreparáveis.  Cabe a cada um de nós lhes retribuir adequadamente, nem que seja com o esquecimento destes na hora de votar!

VOCÊ É O PRINCIPAL RESPONSÁVEL PELO SEU FUTURO!  A ESCOLHA ESTÁ EM SUAS MÃOS!


Jesus Cristo foi capaz de demonstrar como viver da melhor forma em comunidade, e alicerçados na fraternidade e no respeito mútuo e coletivo!  Falta-nos aprender a fazer de seu exemplo, um caminho para uma vida equilibrada e harmoniosa em nossa sociedade.

Deus está pronto a ajudar-nos em nossos projetos pessoais, está também pronto a guiar nosso povo, mas as escolhas e o primeiro passo tem que ser nosso!  Só então, o que Deus já reservou para nós poderá se concretizar.

Em 2011 surgiu uma grande oportunidade de nossa nação brilhar ainda mais entre as demais, e desta forma permitir que cada brasileiro caminhe rumo a uma vida mais digna, é vontade do Senhor que todo aquele que deseja ser feliz  encontre o caminho verdadeiro, mas nós temos que fazer nossa parte, inclusive para termos uma vida melhor já aqui.  Não vamos permitir que ações impróprias e cheias de maldade, e que trazem danos a nós e ao país, continuem a ocorrer por conta de escolhas ruins.

Mateus 12:33

Se vocês plantarem uma árvore boa, o fruto dela será bom; mas se vocês plantarem uma árvore má, também o fruto dela será mau, porque é pelo fruto que se conhece a árvore.

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Estamos elaborando e produzindo um novo instrumento de prestação de serviços de utilidade pública, de divulgação de ações sociais e expressão de opiniões, denúncia e informações.

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Além de implementar, divulgar e apoiar ações de prestação de serviço de utilidade pública

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