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Venezuela uma versão atual dos ataques imperialistas sob o comando de Trump
Do bombardeio ao sequestro de Nicolas Maduro, no último 3 de janeiro de 2026, num evidente desrespeito as leis internacionais, com crimes e assassinatos promovidos por Donald Trump e seu governo criminoso, transformam os EUA, em potencial inimigos de muitos países livres nas Américas, como Cuba, Colõmbia e México, só para citar alguns, que assim como a Venezuela teve sua soberania aviltada, apenas para usurpar riquezas e petróleo venezuelano, com agressão bárbara americana, também estes outros povos podem ser vítimas de um nova série de ataques.
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| Trump se vangloria dos seus crimes - Imagem reproduzida do portal UOL |
A morte de 80 pessoas e a destruição causada, após uma série de ataques no mar a barcos e pessoas, que já ocorrem há meses sem reações adequadas, é um sinal ruim, e funciona como estímulo a intenções violentas de Trump e seu governo, não só na América Latina, mas na Groelândia ou Oriente, e talvez careça de mais cooperação e ajuda mútuas entre países da região, que precisam se unir mais e fazer alianças mais fortes com outras potências mais confortáveis, não para fazer frente ao poder dos americanos, mas para dificultar o acesso destes as riquezas que cobiça, e criar riscos aos interesses dos EUA e aos agressores, em vários pontos do globo, elevando a conta e perdas pelos atos de violência praticados por forças americanas, numa espécie de "todos contra Trump e em qualquer parte",
Algo que é perigoso mas potencialmente nocivo aos interesses americanos se adotado simultâneamente e em vários pontos. Caso contrário estaremos todos entregues à sorte, e não ficaram sem repetição ou semelhança de ações em áreas de influência russa nas antigas repúblicas e vizinhança, ou em áreas de interesse da China, seja em Taiwan ou no Nepal, e assim por diante.
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| Imagem reproduzida do CB |
Fonte: Correio Braziliense: Armas nucleares voltam ao centro da disputa entre potências - 01.01.2026
É certo que muitos estarão buscando drones de combate, aéreos e aquáticos, mísseis de curto, médio e longo alcance para se armar mais, além de radares, baterias anti aéreas, equipamentos de guerra eletrônica e ataques cibernéticos, armas a laser, sem depender das tecnologias americanas de preferência, e claro mísseis portáteis, submarinos e meios bélicos poderosos, enquanto outros irão buscar armas mais potentes na esfera nuclear, e não dá para culpá-los por isto, precisam frear os EUA, e bem depressa, e não se faz isso sozinho.
O Brasil se cuide e não confie nos Estados Unidos!
E a quem pode, se prepare, compre ouro, guarde reservas do essencial, tempos incertos virão.
Para abrir os trabalhos vamos apresentar três artigos que abordam respectivamente: as intervenções dos EUA nos países africanos e asiáticos; e as intervenções do Banco Central Europeu relativas a crise na Europa; o caso do HSBC nos EUA e suas relações obscuras;
Salientamos que a opinião dos autores elencados não são necessariamente as nossas opiniões:
Washington, capital da guerra perpétua - IrãNews 19.07
Agora é oficial: O sistema de transmissão monetária da Eurozona está arruinado - IrãNews 19.07
e
“Relatório sobre o banco HSBC força o Ocidente a repensar a aliança com a Arábia Saudita” - IrãNews 19.07
As matérias são interessantes e podem ajudar numa melhor compreensão dos temas, não necessariamente com a mesma ótica apresentada.
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Robôs assassinos dos EUA
Mantendo nossa linha de ação, selecionamos alguns textos muito interessantes que estão circulando num portal de informações na Rússia.
A perspectiva é pouco familiar aos nossos veículos de comunicação de massa. Para nós vale a pena perceber detalhes relacionados a eventos que são abordados aqui com uma boa dose de parcialidade e mistificando os atores, seja para defesa de visões eurocentristas e norte-americanas, seja para rotular os pensamentos contrários a tais visões.
Alertamos que os textos também não podem ser encarados como imparciais, mas ajudam-nos a ver um pouco melhor os fatos no cenário internacional e a equilibrar as versões e paixões.
Um tema muito abordado pela RT, são os afetos a política internacional e a ações militares, em especial as tecnologias e estratégias de ponta. Nesta linha chama-nos a atenção diversas matérias sobre o projeto ZANGÃO dos EUA, envolvendo aeronaves não tripuladas (robôs), também conhecidos por Drones e as estatísticas de mortes de civis provocadas pelos ataques dos aviões da CIA, com destaques a centenas de crianças assassinadas por estes "brinquedos" a pretexto de combater o terror na Ásia, numa ação criminosa dos EUA sem qualquer manifestação ou com poucas iniciativas contrária dos organismos internacionais ou de estados nacionais ocidentais.
Se EUA e ou aliados matam centenas de crianças pelo mundo, isto não é crime ou estes assassinatos podem ser justificados. Não vemos desta forma!
Matar crianças no Paquistão (pelos EUA), na Palestina (por Israel), é tão repugnante e passível de condenação como matar civis nos atentados do WTC (pela Al Quade), em Damasco (Síria) ou em qualquer outro lugar.
Julguem vocês ao lerem:
Zangão greves estão de volta: EUA e Paquistão luta sobre assassinatos extrajudiciais - RT Russia 30.04
Famílias de crianças abatidas Sue CIA - RT 23.02
Imagem de arquivo mostra dimensões de um drone americano; UA vê ameaças à aviação civil
Aviões não tripulados ameaçam aviação na Somália, diz União Africana - BBC 27.07
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Síria e a versão oficial da Rússia
Diante do bombardeio de informações nem sempre claras e imparciais promovido pelos meios de comunicações ocidentais, e replicados em diversas partes como "verdades incontestáveis", vale a pena ler a nota oficial publicada por representantes da Rússia e que trata das iniciativas para por fim ao banho de sangue na Síria.
Francamente prefiro crer que há alguma verdade no que dizem os russos, a pensar que há apenas uma frente a ser paralisada no conflito sírio ou que os EUA e companhia limitada, agem de forma desinteressada e a bem do povo da Síria, a exemplo do caos que foi implantado no Iraque, Afeganistão e recentemente na Líbia, onde a morte de milhares de civis foi menos importante do que a boa ação dos aliados e americanos.
Diplomacia russa rejeita tentativa de culpar a Rússia pelos conflitos na Síria - Diario da Russia 26.07
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